sábado, 16 de outubro de 2010

E ainda falam em financiamento público de campanha…

O comando da coligação da candidata Dilma Rousseff (PT), segundo o colunista Ricardo Setti, de Veja, solicitou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) autorização para elevar o limite de gastos de sua campanha em 33 milhões de reais neste segundo turno. Com isso, a candidata poderá gastar 190 milhões de reais, 21,6% além dos 157 milhões inicialmente previstos.
E há quem defenda o financiamento público de campanha neste país. Quanto mais se criam regras para os pleitos eleitorais — com a excessiva interferência do Judiciário e do Ministério Público — mais caras se tornam as eleições. Uma das últimas medidas para baratear seu custo foi a proibição de shows em comícios. A medida prejudicou artistas e desempregou seu pessoal de apoio, mas não significou um só centavo de economia.
De onde vem e para onde vai todo esse mar de dinheiro?

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